domingo, 17 de novembro de 2013

Como acabar com as dívidas em cinco passos

Como acabar com as dívidas em cinco passos



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Como acabar com as dívidas em cinco passos Os direitos deste post pertencem ao site Dinheirama. Resolvi publicá-lo após perceber que não sou o único endividado na face da terra e tomar a seguinte decisão: "Vou acabar com as minhas dívidas!"

As dívidas tiram o sono. Trazem sérios conflitos familiares. Aumentam as preocupações e a ansiedade. Fazem as pessoas andarem em círculos. (Grifo meu).


 Se você está endividado ou prestes a se ver envolvido em muitas dívidas, sugiro que leia o guia rápido, com cinco passos abaixo:

1. Diagnóstico
É o primeiro passo para entender exatamente o que está acontecendo. Separe algumas horas para fazer um levantamento completo de todas as dívidas e de sua situação financeira. Apure desde o saldo devedor atualizado até os juros que estão sendo cobrados.
O importante neste início é manter a organização em torno dos documentos e criar uma rotina para que a disciplina permita a você construir esse “mapa”. O objetivo, diante de tantas informações, é dimensionar o real tamanho do problema.

2. Priorização
Nesse momento, onde tudo já está organizado e documentado, você estará pronto para ir para o segundo passo, que é a definição de prioridades. Nem sempre será possível quitar todas as suas dívidas em uma única vez – aliás, ter essa chance é algo bem raro.
Assim, a primeira opção deve ser pagar as dívidas cujas taxas de juros sejam maiores, afinal elas aumentarão o saldo devedor com mais rapidez. Dívidas pequenas e que poderão ser logo quitadas também devem ser priorizadas, pois a sensação de pagá-las (a vitória) gerará motivação. Dívidas com o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial devem ser as primeiras a serem quitadas sempre.

3. Negociação
O brasileiro tem muita vergonha de pedir desconto e, por uma questão cultural decorrente dessa característica, quem faz uma negociação de dívida muitas vezes acaba abrindo mão de apresentar uma contraproposta para o credor. A vergonha de barganhar geralmente custa caro, muito caro.
Lembre-se que o interesse de receber por parte do credor é grande. Nesse momento, quem está pagando pode e deve apresentar uma proposta justa, mas que caiba dentro de do orçamento (por isso a importância do diagnóstico e da priorização). Não tenha vergonha de buscar condições melhores e de discutir as taxas de juros que são cobradas. Se não sair um acordo, busque ajuda nos órgãos de apoio e defesa do consumidor.

4. Honrar o pagamento do acordo realizado
Quando se termina uma negociação entre credores e devedores, o resultado normalmente é uma proposta justa. A partir daí, é importante que se mantenha o pagamento do acordo. Para isso, é fundamental que o orçamento da família esteja preparado para suportar um período com essa nova despesa.
Ajustar o padrão de vida para essa importante decisão significa colocar em prática novos hábitos financeiros. Evite ao máximo contrair novas despesas e use a motivação do objetivo de livrar-se das dívidas para manter o equilíbrio. É possível!

5. Enfrentar o verdadeiro “vilão”
É comum em situações delicadas como as relacionadas ao endividamento ficarmos buscando culpados. Muitas vezes, nos escondemos em desculpas e tentamos responsabilizar os outros por exageros nossos – é muito simples e confortável colocar a culpa no cartão de crédito, nos juros altos, na loja que sempre faz promoções, no vizinho que sempre compra coisas e etc.
É hora de abandonar o comodismo e aceitar que nós somos os reais culpados por nossos erros. Temos que assumir o papel de protagonistas de nossa própria vida, o que inclui lidar bem também com as frustrações. Difícil? Talvez. Necessário? Sem dúvida. Importante? Muito!
Viver endividado não é fácil, por isso é importante mais uma vez destacar a necessidade de não deixar a situação fugir do controle. Você é quem controla e é só com suas ações que o problema será resolvido. Não sabe por onde começar? Foque no seu orçamento doméstico, planeje as compras e não se esqueça de sua reserva de emergências.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Essa veio da UOL tecnologia, que tem todo o crédito

Wi-Fi: saiba o que aumenta ou não o sinal do roteador em casa


  • Vários fatores, desde obstáculos físicos (como paredes e colunas) a outros invisíveis (ondas emitidas por outros aparelhos) podem atrapalhar o Wi-Fi em residênciasVários fatores, desde obstáculos físicos (como paredes e colunas) a outros invisíveis (ondas emitidas por outros aparelhos) podem atrapalhar o Wi-Fi em residências
Instalar um roteador para usar internet sem fio em qualquer lugar da casa nem sempre é garantia de que ela vá chegar a todos os cantos dela. O Wi-Fi pode sofrer várias interferências, e soluções "caseiras" para aumentar o sinal dele podem não funcionar. Abaixo, você verá o que pode ajudar ou não sua rede sem fio doméstica.
 




O que atrapalha o sinal do Wi-Fi em casa?

Vários fatores, desde obstáculos físicos (como paredes e colunas) a outros invisíveis (ondas emitidas por outros aparelhos). "Toda rede sem fio é uma rede de rádio. Um sinal é transmitido pela sua casa e essas ondas vão sendo espalhadas pelos cômodos", explica Rodrigo Filev, professor de Ciência da Computação do Centro Universitário da FEI. Essas ondas, diz o especialista, têm dificuldade de ultrapassar barreiras físicas e também sofrem interferência, como ocorre com rádios comuns.
Mudar o roteador de lugar pode intensificar o sinal do Wi-Fi?
Sim, porque o sinal emitido pelo roteador funciona como o de um rádio, é influenciado por obstáculos físicos. "Um carro ao entrar em um túnel perde o sinal do rádio, isso também acontece com o Wi-Fi", explica Filev.
O ideal, diz Rodrigo Paiva, gerente de produtos da D-Link, fabricante de equipamentos de rede, é colocar o roteador na posição mais alta e central possível no ambiente e evitar deixá-lo em um local muito baixo e com muitos obstáculos físicos (paredes e móveis, por exemplo). "Infelizmente, nem sempre o ponto de rede permite a movimentação do roteador. Por isso, recomendamos o uso de equipamentos que emitam o sinal com maior potência ou o uso de um segundo roteador."

Saiba como instalar roteador para usar rede Wi-Fi em casa

Telefone sem fio pode interferir no sinal?
Sim, se o telefone funcionar em uma faixa de frequência semelhante ou igual à do roteador, que é a de 2,4 GHz, diz Rodrigo Filev, professor da FEI. É como no caso de um rádio comum: uma estação "pirata" atrapalha a regular se estão em "sintonias" iguais ou próximas.
Meu micro-ondas faz o sinal ficar ruim?
Sim, o micro-ondas pode causar interferência no sinal de rádio emitido pelo Wi-Fi. Isso porque ele opera na mesma frequência que o roteador, a faixa de 2,4 Ghz. Essas ondas que o equipamento emite ao esquentar a comida podem "vazar", ainda que bem pouco, para fora do equipamento e ajudam a "espalhar" as ondas do Wi-Fi.
Colocar senha no Wi-Fi melhora o sinal da rede?
Não, o sinal emitido será sempre o mesmo, independente da quantidade de dispositivos conectados à rede. Colocar senha no seu Wi-Fi pode, no entanto, impedir que "vizinhos" usem sua internet sem fio e atrapalhem o seu tráfego de dados na rede, dando a impressão de que ela está lenta.
Aquela gambiarra com lata de Pringles ou de cerveja aumenta o sinal?
Nem sempre. Essas gambiarras podem ajudar, dependendo de como forem posicionadas em relação ao roteador. O sinal vai rebater na lata, mas não necessariamente irá em direção ao dispositivo que precisa captar a onda. "Não há solução mágica. O material usado e o ângulo do formato das peças usadas podem acabar atrapalhando o Wi-Fi se não forem usados corretamente", alerta Filev.
Trocar a antena do meu roteador pode ajudar no sinal?
Nem sempre. A simples troca da antena por uma de maior alcance de transmissão pode melhorar o sinal, mas ele ficará sujeito aos mesmos obstáculos que já existiam na casa, como paredes e colunas, explica Paiva, da D-Link. "O roteador permanecerá na mesma sala, ou seja, o sinal pode continuar a não chegar aos outros ambientes."
A recomendação, diz ele, é usar um segundo roteador, que funcionará como repetidor de sinal do primeiro, para que o Wi-Fi atinja os cômodos mais distantes da casa. Esse aparelho dispensa cabo de rede e precisa apenas ser conectado à tomada para começar a funcionar.
Meu roteador é velho, será por isso que o Wi-Fi anda ruim?
Não, porque o equipamento mantém sempre a mesma potência de transmissão, independente do tempo de uso. O que pode atrapalhar o sinal é o acúmulo de sujeira na antena ou o posicionamento incorreto dela.

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Problemas no Wi-Fi do iPhone: dicas podem ajudar a consertar conexão12 fotos

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Tire a capa e veja se o Wi-Fi volta a funcionar. Certos modelos de capa para iPhone possuem partes metálicas (como o da imagem acima, que imita um soco inglês) ou elementos brilhantes (como em capas espelhadas) que interferem no sinal do celular, e não só o do Wi-Fi. ""Por serem materiais condutores, atrapalham a recepção do sinal eletromagnético"", explica o professor de Engenharia Elétrica Marcelo Zanateli, da FEI. A capa é o problema mais comum detectado nos iPhones que chegam à assistência técnica Doctor Finder com mau funcionamento do Wi-Fi, segundo o instrutor Wander da Cruz Leia mais Divulgação
Um secador de cabelo ou uma máquina de lavar atrapalham o Wi-Fi?
Sim, é possível que equipamentos dotados de motores elétricos e conectados na mesma rede de energia na casa interferiram no sinal do Wi-Fi, diz Filev, da FEI. "Eles geram uma espécie de ruído na tomada. É aquela mesma interferência, por exemplo, que fazia antigamente a imagem da TV chuviscar quando alguém ligava uma batedeira", compara. Para evitar o problema, é preciso dimensionar e instalar corretamente os circuitos elétricos da casa.
Colocar uma forma de bolo perto do roteador ou notebook aumenta o sinal?
Nem sempre. As antenas dos roteadores são projetadas para emitir um sinal uniforme e em todas as direções e, ao usar a forma, ele vai ser "rebatido" para um local específico da casa. Se a pessoa não posicionar corretamente o objeto, pode desviar o sinal para longe de onde é o ponto de interesse, explica Filev. Há quem tente posicionar a forma perto do dispositivo receptor (notebook, por exemplo), mas o mesmo problema pode ocorrer.
  • Reprodução/Gizmodo Na tentativa de melhorar o Wi-Fi, há quem use formas de bolo -- tanto perto do roteador ou do notebook, como na imagem acima
Muitos dispositivos conectados ao Wi-Fi atrapalham o sinal?
Não, mesmo que vários dispositivos, como tablets, smartphones e computadores, estejam conectados a uma mesma rede Wi-Fi, a intensidade do sinal emitida pelo roteador não é alterada. O que pode acontecer é o tráfego de dados ficar mais lento na rede.
Outros roteadores de casas próximas à minha atrapalham minha rede?
Sim, o problema pode ocorrer principalmente em condomínios e prédios. Se muitos roteadores estiverem emitindo sinal em canais idênticos, eles vão interferir uns dos outros. "Cada equipamento vem em média com 16 canais diferentes, mas pode ocorrer de eles terem sido configurados no mesmo", afirma Filev. A recomendação é reconfigurar o roteador em outro canal, caso seu sinal esteja ruim.
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Internet 3G: veja o que atrapalha e o que ajuda a captar o sinal13 fotos

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PARCIAMENTE VERDADE - O caso da panela lembra outra gambiarra, aquela que usa um pote vazio de batatas Pringles em volta da antena do roteador Wi-Fi. ""Dependendo da situação, a panela pode funcionar como antena adicional, concentrando os feixes radioelétricos e dando a impressão de sinal melhor"", explica Zanateli. Mas a solução caseira pode não dar certo, principalmente se no local houver barreiras ao sinal, frisa Bottesi. ""O sinal que o celular tem de enviar à antena pode ser prejudicado também. Só testes em laboratório comprovariam a eficácia disso"" Arte UOL
Usar um roteador com três antenas pode ajudar?
Sim, um roteador com mais antenas pode ajudar na propagação do sinal de forma mais abrangente, diz Paiva, da D-Link. A antena extra, no entanto, não implica diretamente no maior alcance do sinal a locais mais distantes da residência. "O Wi-Fi pode continuar com dificuldade de ultrapassar obstáculos físicos, dependendo de como for a casa."
Usar um aparelho repetidor de sinal pode ajudar a aumentar o alcance do sinal?
Sim, a função desses dispositivos é captar a onda emitida pelo roteador e retransmiti-la para locais mais distantes da casa, onde você normalmente não consegue usar a rede sem fio. Segundo Paiva, existem aparelhos que desempenham essa função única e outros, como o segundo roteador, com mais recursos.
Atualizar o software do roteador pode ajudar a melhorar o Wi-Fi?
Não necessariamente, pois algumas atualizações de firmware (software interno do roteador) feitas pelas fabricantes servem apenas para corrigir alguns erros e implementar funcionalidades novas, diz Paiva. Além disso, a operação exige cautela e deve ser evitada por usuários leigos, sob o risco de inutilizar o roteador. Após a atualização, será necessário configurar novamente o Wi-Fi.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Backup. Um dia você ainda vai precisar! (Crédito: Lenovo)


Backup simples: um guia

Backup simples: um guia

Destaque
9

A maioria das pessoas costuma aprender sobre backup tarde demais: normalmente, apenas depois que o computador estragou e  todos os documentos, fotos e trabalhos importantes acabaram se perdendo. O ideal é que todo mundo soubesse como fazer backup do mesmo jeito que as pessoas aprendem rapidamente a acessar as redes sociais. Afinal, cuidar de seus arquivos é tão importante quanto manter o contato com os amigos!
Existem conceitos básicos sobre backup que só quem é da área de TI (Tecnologia da Informação) conhece, mas que deveriam ser comum a todos. Abaixo, nós tentamos explicar algumas coisas de forma simples, para ajudar você a entender como funciona o backup e como você deve aplicá-lo na sua rotina.
Backup é o nome que damos à cópia dos dados salvos de um computador ou servidor. Essa cópia garante a segurança dos dados de modo que, se o sistema operacional ou o hardware original que guarda os arquivos forem danificados, você permanece com uma cópia que garante que você não perca seus arquivos.
Meios de armazenamento
Serviços online
Hoje, existem sites de armazenamento de dados que podem lhe ajudar a guardar seus arquivos ‘na nuvem’. Você pode usar serviços de download/upload como o Sendspace, o Rapidshare, etc, sempre lembrando de que as versões de uso gratuitas têm prazo para expirar e você pode querer acessar seus arquivos um dia e eles não estarem mais lá. Por isso, informe-se sobre os planos e as validades de permanência do uso desses espaços de armazenamento. Outra coisa importante são os tipos de privacidade desses sites, pois eles são muito usados para guardar arquivos em copyright, como episódios de séries, filmes, e álbuns de bandas, então você deve escolher uma modalidade de upload que permita que seus arquivos fiquem visíveis somente para você.
Exemplos: Sendspace, Rapidshare
Discos virtuais

O conceito dos discos virtuais se popularizou nos últimos três anos entre os heavy users, mas ainda são desconhecidos para quem não é tão ligado nas novidades da tecnologia e da internet. Os discos virtuais são serviços onde você instala um software no computador/smartphone, cria uma conta, e passa a colocar seus arquivos dentro do programa. Eles funcionam como pastas normais no HD, só que diferente do tratamento normal dado aos arquivos que você salva nas outras pastas do computador, tudo aquilo que você guardar nos diretórios do programa vai ter uma cópia salva em um servidor que está na nuvem. Assim, se você tem o mesmo programa instalado em outros computadores (no do trabalho, por exemplo) e você usa a mesma conta no software para acessar os arquivos, tudo o que você salvar em um, você consegue acessar do outro. E mais: se você estiver usando um computador que não tem o programa rodando, mas tem acesso a internet, você entra no site do serviço, faz login, e consegue fazer download e upload dos seus arquivos normalmente, ou de acordo com o limite determinado. Legal, não?
Exemplos: SkyDrive e DropBox.
Mais: Esses serviços são muito seguros, normalmente usam protocolo de navegação SSL em sua conexão, criptografando todos os dados enviados. Alguns desses serviços lembram um pouco os serviços de FTP, mas seu uso e meio de armazenamento são bem diferentes.
CD ou DVD
Quando falamos de backup, todo mundo lembra automaticamente dos CDs, a mídia mais usada para isso na primeira década do século XXI. Apesar de trabalhoso, gravar CDs periodicamente, com seus arquivos atualizados, pode ser eficiente para algumas pessoas, mas dificilmente vai ser bom para a maioria. Esse tipo de mídia estraga em um curto período de tempo, porque para armazená-las corretamente você deveria ter um CPD em casa. Sem contar que ocupa muito espaço na casa. Anos atrás era muito justificável usar DVD e CD para guardar arquivos, pois não tínhamos computadores e internet tão rápidos, e nem acesso aos métodos sofisticados de backup que as grandes empresas sempre usaram.
Ou seja: com as opções que temos hoje, deixe o bom e velho CD só para o caso de você não ter outra opção no momento. Ou se você quiser gastar pouco para transportar arquivos fisicamente de um lugar para o outro.
HD externo
Existem muitos tipos de HD externo disponíveis no mercado, e eles se mostram uma excelente opção para a maioria das pessoas – não só para backup, mas como meio de armazenamento de arquivos complementar para quando o seu HD interno já não dá mais conta. O preço elevado é justificado pela possibilidade do tamanho do disco rígido, portanto, vale a pena. A grande desvantagem do HD externo é o potencial de sofrer acidentes: qualquer queda ou batida mínima pode acabar com boa parte dos dados ali guardados. Por isso, cuidado redobrado nunca é demais.
OneKey Recovery
Alguns computdaores Lenovo vem com um botão no teclado, chamado OneKey Recovery. O Nagano já explicou aqui no blog como usar essa funcionalidade:
“Vale a pena explicar que o OneKey Recovery armazena seus backups de duas maneiras: dentro do próprio HD, ou em outras mídias como discos externos com porta USB, DVD-R/RW, etc. No caso do IdeaPad Z470, ele já sai de fábrica com uma cópia do sistema original gravado numa partição oculta do seu disco – que pode ser usada a qualquer momento para fazer com que o sistema retorne para o padrão original de fábrica, o que pode ser útil caso o seu dono deseje “recomeçar do zero” ou “limpar a máquina” para passá-lo para outro usuário. “
Pendrive
Pequenos, com grande espaço para armazenamento e preços acessíveis: os pendrives são ótimos para transporte de arquivos, mas será que são tão eficientes para o backup? Talvez. O problema do pendrive é a possibilidade de perdê-lo, por ser muito pequeno, além da chance que uma porta USB tem de queimar. Claro, você sempre pode trocar a saída USB do seu pendrive se ela queimar, mas você sabe fazer isso? Então, cuidado com o pendrive sempre é pouco. Porém, ele mostra excelente eficiência em fazer backup de sistemas operacionais.É uma boa para você sempre ter o sistema operacional armazenado em algum lugar, para o caso de você precisar fazer uma formatação inesperada.
 
Existem softwares que você pode usar para organizar o seu backup como o Cobian, Yadis!, Titan, mas eles apenas unem em uma pasta única todos os arquivos de pastas que você selecionou para ser ‘backupeadas’, sem fazer o backup em si, pois não copiam seus arquivos para outro lugar.
Frequência do backup
Algo importante a ser considerado no backup é a peridiocidade. Não adianta usar um backup que você atualizou pela útima vez há seis meses atrás, porque você vai perder tudo o que produziu nos últimos seis meses. Definir a frequência com que você precisa fazer backup é essencial, e vai de cada pessoa ter um bom senso de definir quanto tempo deve demorar para fazer cada novo backup. Uma vez por mês? Uma vez por semana? Diariamente?
Primeiro, defina qual o tipo de backup que mais se adequa a você, sem esquecer de pensar em segurança, facilidade, e domínio de uso da ferramenta escolhida. Tendo esses itens determinados, você pode pensar em quanto tempo o backup vai dispensar na sua rotina, sem nunca esquecer que quanto mais frequente for o backup, mais rápido ele vai ser.
Importância da localização física do backup
As pessoas copiam seus arquivos para pendrives e cds, e deixam essas mídias guardadas na gaveta embaixo do computador. Esse backup não faz sentido. O conceito de backup é proteger seus arquivos do maior número de ocorrências e sinistros que possam acontecer com eles, e um dos principais motivos para você fazer backup é obter segurança física para os dados. Por exemplo, se o espaço onde está sua mesa de computador pegar fogo? Você perde o computador e os dados que você guardou naquele pendrive que estava na gaveta embaixo dele. Ou se você for assaltado e levarem sua mochila com notebook e HD externo com o backup, do que adiantou ter o trabalho de ter backup sempre atualizado?
Então, se você optou por usar um backup de mídia, como pendrive, HD externo, DVD, etc (qualquer coisa que você possa pegar), deve sempre se certificar de que o backup está localizado em um lugar seguro e longe do computador de onde você está salvando os arquivos.
Uma política usada em grandes empresas, onde a perda de dados é inadmissível, é a de ter mais de uma cópia de backup dos mesmos dados. Ou unir vários meios de backup para salvar os mesmos dados. Para pessoas físicas, uma alternativa é, além de guardar os arquivos em um HD externo (que, se você estiver fazendo backup do computador de casa, você pode guardar na sua mesa do trabalho, por exemplo), você também fazer backup peridódico dos mesmos arquivos em algum serviço online como o SkyDrive – assim você tem o backup do backup.
Como fazer o backup
Você pode fazer seu backup de duas formas diferentes: total ou parcial. O backup total é aquele onde você sempre copia todos os arquivos, de forma integral, a cada novo backup. O backup parcial é aquele onde você só copia o que apareceu de novo nas suas pastas, ou os arquivos que foram alterados desde o último backup; essa forma de fazer backup é mais complexa e se divide em vários métodos e tipos, o conselho é que você se informa um pouco mais a respeito neste link.
Independente do método, periodicidade e tipo de backup adotado, nunca esqueça de cumprir com a rotina de armazenamento de arquivos seguros. Nunca se sabe o que pode acontecer com o seu HD.